Peru e Dinamarca estreiam em clima de decisão.

    Está chegando o momento tão esperado. Amanhã  às 13 horas veremos a estreia de Peru e Dinamarca na Copa do Mundo da Rússia. A ansiedade se justifica pelo jejum das dois países. A última vez que os peruanos foram à um mundial foi na distante Copa de 1982 enquanto os dinamarqueses estão ausentes desde 2010.  Considerando que a França é a favorita para ter o primeiro lugar do grupo C, o duelo entre Peru e Dinamarca pode ser decisivo para definir a segunda vaga do grupo para as oitavas. 
Fonte: besthqwallpapers.com
    A partida será no estádio de Saransk e promete ser de muitos gols, pois ambas as equipes são conhecidas pelo futebol ofensivo e técnico. As estratégias devem inclusive ser semelhantes. É que as duas seleções priorizam a posse de bola e a habilidade de seus jogadores. Será uma dura disputa no meio de campo pelo domínio da 'gorduchinha'. 
    No Peru, o trio Cueva, Farfan e Paolo Guerrero são as maiores esperanças, porém é importante considerar que o atacante flamenguista vem de um longo período suspenso do futebol. Em função disso, o treinador Ricardo Gareca manteve o goleador na reserva no penúltimo treino do Peru antes da estreia. A presença de Guerrero é vista como fundamental para manter a eficiência do ataque andino - que foi o terceiro melhor nas últimas eliminatórias sul-americanas.
Fonte: veja.abril.com.br
    Apesar de valorizar o futebol ofensivo, é a defesa da Dinamarca o que mais chamou a atenção nas eliminatórias europeias. O time sofreu apenas oito gols e chega na Copa somando quatro jogos sem levar gols. O craque do time é o camisa 10 Christian Eriksen, do Tottenham, meia habilidoso que honra a tradição dinamarquesa do futebol refinado -  iniciada por Michael Laudrup nos anos 90. Deverá ser dele a iniciativa das jogadas ofensivas.
    Além do duelo entre o ataque peruano e a defesa dinamarquesa, outra curiosidade diferencia os elencos. É a estatura dos jogadores. Enquanto os dinamarqueses tem uma média de 1,85 metros de altura, a terceira maior da Copa, onde se sobressai o gigante zagueiro Jannik Vestergaard, do Borussia Mönchengladbach, com 2 metros de altura. 'Los Inkas' representam bem o físico de seu povo e possuem um dos elencos mais baixos que foram à Russia. A média é de 1,78 m, com destaque para o trio  Cueva (São Paulo), Trauco (Flamengo) e Raúl Ruidíaz, ambos com 1,69 m.

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